quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cardiotocografia: o exame que avalia a vitalidade fetal


O exame de cardiotocografia é um método de avaliação das reais condições do bebê dentro da barriga da mãe. Ele detecta a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas, e através de um registro gráfico o médico pode avaliar o bem estar materno-fetal.
Existem quatro classificações para esse exame. É chamado de cardiotocografia anteparto quando realizado antes do início do trabalho de parto. A cardiotocografia intraparto é realizada durante o trabalho de parto e mostra de que forma o bebê está reagindo às contrações. Se não há interferência do médico que está realizando o exame, é chamada de basal; e de estimulada quando o examinador utiliza recursos mecânicos ou vibratórios para testar a reação do bebê.
Atualmente, alguns médicos utilizam esse exame como rotina no pré-natal no final da gestação, como uma forma de complementar os exames de ultrassonografia. Sua grande vantagem é ser um método não evasivo e de fácil realização, pois é feito através da pele da mãe.
Eletrodos ligados a um monitor são colocados na barriga da mãe e, durante cerca de 20 a 30 minutos, o aparelho registra de modo contínuo a frequência cardíaca e movimentos do bebê, bem como a presença e duração de contrações do útero. Ao final do exame, o aparelho gera um laudo em forma de gráfico, semelhante ao de um eletrocardiograma, que deve ser interpretado pelo especialista.
Quando o exame não segue o padrão de normalidade, pode significar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê, o que ocorre, por exemplo, por motivos placentários, posicionais, ou quando o cordão umbilical está enrolado no pescoço do feto. Dependendo do resultado do exame, eventualmente, o médico pode definir o melhor momento e método de realizar o parto.

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